
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Momento comemorativo

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Para relaxar, para adormecer melhor!

Autor: Psicóloga Ishbel Dunley Nogueira
CRP 4491-o5
Sabe-se que o relaxamento é melhor utilizado quando auto-administrado. Mas, é sempre útil ser apresentado por um terapeuta em que o cliente confie. Depois de algumas sessões com este profissional, a pessoa é encorajada à sua prática sozinha, objetivando-se uma maneira de lidar com o controle do stress e da ansiedade.
O relaxamento pode ser feito tanto na pessoa deitada, como sentada. Isto porque às vezes, você não está em ambiente que possua uma cama; então, sentado em uma cadeira, em viagem, por exemplo, a pessoa poderá aprender a atingir bem o relaxamento e a praticá-lo em qualquer situação.
Creio que o importante em todo processo, é a vontade da pessoa em exercitar-se, em querer atingir o objetivo do relaxamento. Sem este querer é impossível alcançá-lo. Mas, se no início não conseguir o nível suficiente, não desanime. Não sinta como uma obrigação e sim como algo agradável na busca de seu bem estar.
Algumas dicas que o ajudarão: faça alimentação leve; tome um banho morno; se envolva com colônia de alfazema; faça com que o ambiente esteja livre de ruídos e de claridade; poderá usar música suave; use vestimentas soltas e frescas.
Etapas a serem seguidas:
(quando deitado)
1 – Deitar de costas com os braços esticados ao lado do corpo e as palmas das mãos voltadas para cima.
2 – Afastar um pouco os pés.
3 – Mexer o corpo procurando uma posição confortável.
4 – Feche os olhos, sem apertá-los e respirando normalmente, pense:” paciência , relaxe e solte-se”.
5 – Sempre respirando sem forçar, suba e desça as sobrancelhas, enrugue a testa e solte, enrugue o nariz e solte.
6 – Abra e feche a boca algumas vezes e solte.
7 – Dobre o pescoço de um lado e do outro e solte.
8 – Focalize-se agora, nos membros superiores, abrindo e fechando as mãos, dobrando os punhos e largando-os, solte, deixando-os cair.
9 – Procure soltar os ombros, mexendo-os um pouco.
10 - Com a ajuda da respiração lenta, procure soltar o peito e o abdômem.
11 - Agora, vamos aos membros inferiores, dobrando e esticando as pernas e largando-as. Estique as pontas dos pés, dobre os dedos e solte-os.
É importante tanto fazer os exercícios um por um e vagarosamente, quanto ao término de cada, largá-los como se os jogasse fora. Repeti-los até que estejam bem soltos. Não esquecer de repetir: “paciência, relaxe e solte-se”.
12 – Neste momento, vamos focar a atenção somente na respiração. Sem forçá-la, conte: uma respiração...duas....três....e assim vagarosamente até dez. Sua mente deve estar neste momento, vagando e você vai procurar lembrar ou construir em seu pensamento, uma imagem de luz azul brilhante, o mais belo azul que já viu. Poderá acrescentar um perfume suave e uma melodia. Tal luz paira sobre sua cabeça. Repetindo “paciência, relaxe e solte-se”, sinta a luz azul penetrando nos orifícios de seu corpo, se espalhando dentro do seu cérebro que neste momento brilha azulado. Esta luz começa a correr por todo o seu corpo, descendo lentamente pelo pescoço, braços, peito, abdômem, indo até as extremidades, saindo pelos dedos dos pés e mãos.Todo o sistema circulatório está azul e brilhante e ao correr esta luz, ela carrega tudo de negativo que possa existir em seu corpo, jogando-o fora. Esta inundação de luz pode ser repetida quantas vezes você quiser, limpando ser organismo do que lhe for desagradável.
O término do exercício é determinado pela pessoa que, ao repetir ‘paciência, relaxe e solte-se” poderá acrescentar outros desejos, tais como: quero adormecer!
O exercício de relaxamento é indicado para o equilíbrio da agitação e tensão. Praticado, se possível, duas vezes por dia, promove uma respiração mais lenta, um decréscimo
da pressão sanguínea e da pulsação, trazendo um bem estar geral. Não sendo possível um relaxamento total, por motivos vários, recomenda-se relaxar partes do corpo disponíveis. Por exemplo, ao caminhar, é possível relaxar os braços, peito e costas.
O relaxamento na posição sentada, segue os mesmos passos da anterior. Procure, se possível, uma cadeira que lhe acomode bem, embora depois de certo tempo de exercícios, você poderá relaxar em qualquer ambiente. A repetição do exercício é importante para que se alcance o ápice do relaxamento.
Tenha fé em consegui-lo. A paciência é uma declaração de fé em si e naquilo que se deseja. Há uma razão de ser para a lentidão dos resultados. Este é variável de indivíduo para indivíduo. Repita sempre:” Sou capaz. Vou conseguir”. Não se deve apressar a correnteza do rio. Ele sabe seu caminho e sua velocidade. Aprendemos com a natureza. Ela tem seu ritmo, aliás, todos temos. Não se apresse.
Boa sorte! Felicidades!
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Economizar, onde? Como?

terça-feira, 4 de novembro de 2008
Parabéns aos inventores

domingo, 2 de novembro de 2008
2 de novembro´Dia da Saudade"

sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Oração do Vencedor

Para meus queridos visitantes
“Inicio minhas atividades de hoje, com o pensamento voltado para Deus que é bom, que é justo, que é princípio e fim de todas as coisas e de todas as criaturas, porque Ele é Onipotência e Onisciência”.
Deus é o meu pensamento, o caminho, a minha afirmação de fé e a Ele confio todos os meus atos em cada instante deste dia.
Não tenho medo do mal, não tenho medo da derrota, não tenho medo das enfermidades que sòmente podem atingir e envolver espíritos fracos e descrentes. Não tenho medo de nenhum obstáculo que possa surgir em meu caminho, porque acima deles estão as vibrações positivas que, sem detenção, emanam do Todo Poderoso e, porque sou uma partícula Dele, modelado à sua imagem e semelhança, centelha de luz dentro do infinito, regido pelas vibrações positivas do cosmo e pelas energias insuperáveis dos astros.
Nada me deterá, nada me atingirá, nada me desanimará, se a beleza da vida , se a pureza do amor, se a harmonia do mundo e se as forças consoladoras do bem estão em mim.
Que assim seja!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Momento de agradecimento
Para os pequeninos: A GIRAFA
Uma girafa muito amarela, cheia de pintas escuras costumava passear toda prosa de sua beleza e altura. Ninguém negava que era esbelta e garbosa. Lá de cima (seu pescoço era muito compriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiido) olhava tudo e a todos se achando maravilhosa. Uma tartaruga bem baixinha, marronzinha, calma, matreira, costumava, ´também passear por aquelas paisagens se deliciando ao sol se refrescando à beira d´água. Sempre se encontravam e conversavam. A girafa comentava sobre o lindo céu azul, sobre as flores, de toda a beleza que assistia lá de cima, sem se importar com a tartaruga que lá em baixo ficava. E, tanto a girafa se gabava, que entristecia a tartaruga. Num desses dias em que a girafa se achava "a maior", saiu a passeio, e encontrando a tartaruga, não poupou suas palavras de vaidade: -"Ah! Que belo9 dia! Vejo daqui tantas coisas belas. Veja como ,sou alta e, por isso, posso ver tudo. Você é muito baixinha. Creio que nada conhece. Daí você não pode ver nada!"
A tartaruguinha ouviu e ficou muito triste. Enquanto isso, a girafa caminhava, caminhava e tão prosa estava que não prestava atenção por onde ia. Se embrenhou no matagal e seu pescoço comprido se emaranhou nas plantas e galhos. Machucou-se toda, lá de cima de seu pedestal. Cheia de arranhões, com dores e espinhos encravados, gemia e chorava.
Mas, a tartaruga, em sua simplicidade, passeava calmamente pelos mesmos caminhos, sem nada sofrer.
Pobre bela girafa!

